Hidrovia

Movimentação no Terminal de Toras do Porto de Pelotas bate recordes

Números de maio representam cerca de quatro mil viagens a menos de caminhões nas estradas só neste mês, caso esse volume de carga tivesse chegado até Guaíba pelo modal rodoviário

16 de Junho de 2017 - 16h09 0 comentário(s) Corrigir A + A -

Por: Redação
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Madeira de 14 municípios da região é transportada pela hidrovia pelotense até a fábrica da CMPC Celulose Riograndense, em Guaíba (Foto: Nauro Junior) (Foto: Divulgação - DP)

Madeira de 14 municípios da região é transportada pela hidrovia pelotense até a fábrica da CMPC Celulose Riograndense, em Guaíba (Foto: Nauro Junior) (Foto: Divulgação - DP)

As operações no Terminal de Toras do Porto de Pelotas alcançaram um novo recorde de movimentação no mês de maio, com o carregamento de 34 barcaças - somando 83 mil metros cúbicos, o que equivale a aproximadamente 62 mil toneladas de madeira. A madeira de 14 municípios da região é transportada pela hidrovia pelotense até a fábrica da CMPC Celulose Riograndense, em Guaíba. Devido principalmente à movimentação de madeira do terminal, a tonelagem movimentada no Porto de Pelotas nestes cinco meses de 2017 já é 43 mil toneladas maior do que o total contabilizado nos 12 meses do ano passado, incluindo todos os tipos de cargas.

De acordo com o gerente de contratos da Sagres, Bruno Carvalho, o resultado obtido no mês de maio já está muito próximo da meta estabelecida para o ano de 2017. “Estes resultados já no quinto mês do ano demonstram a eficiência operacional alcançada durante cada uma das etapas, zelando sempre pela segurança e sem nenhum registro de acidente desde o início das operações”, destaca. A eficiência operacional também atingiu novo recorde, com o tempo médio de carregamento das barcaças ficando com a média de 8 horas. O resultado representa uma redução de aproximadamente 65% em relação aos tempos do primeiro mês de operação, em outubro de 2016.

Ganho ambiental
Os dados de maio representam cerca de 4 mil viagens a menos de caminhões nas estradas só neste mês, caso este volume de carga tivesse chegado até Guaíba pelo modal rodoviário. Segundo Bruno, a logística inversa é uma operação moderna, que se mostra cada vez mais necessária, contribuindo significativamente para o desenvolvimento da hidrovia no Rio Grande do Sul e que além de eficiente, representa muito em termos ambientais e de segurança. “Se formos analisar os dados desde o começo das operações no Terminal de Toras do Porto de Pelotas, em outubro de 2016, já estamos com cerca de 20 mil viagens a menos de caminhões nas estradas”, complementa. Entre outubro de 2016 e maio deste ano foram carregadas 159 barcaças de madeira, totalizando 381 mil metros cúbicos (282 mil toneladas) de madeira. “São números expressivos, que nos enchem de entusiasmo e contagiam essa equipe afinada e dedicada que se empenha para chegar a estes bons índices”, finaliza Bruno.


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